21/10/2026
TJMG nega liminar e mantém presa suspeita de esfaquear faxineira em Cambuquira, MG
Justiça mantém prisão preventiva de mulher suspeita de esfaquear faxineira em MG O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) negou o pedido liminar para libertar Larissa Fonseca da Silva, suspeita de esfaquear uma faxin

Justiça mantém prisão preventiva de mulher suspeita de esfaquear faxineira em MG
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) negou o pedido liminar para libertar Larissa Fonseca da Silva, suspeita de esfaquear uma faxineira em Cambuquira (MG). Ela permanece presa preventivamente em Três Corações (MG).
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No pedido de liminar, a defesa questionou a audiência de custódia e alegou violações ao contraditório, à ampla defesa e à imparcialidade do juiz. Também pediu prisão domiciliar, afirmando que Larissa possui deficiência mental e psiquiátrica, faz acompanhamento médico e usa medicamentos.
O desembargador Wanderley Paiva afirmou que não há elementos suficientes, neste momento, para reconhecer irregularidades ou conceder a prisão domiciliar. Segundo ele, os argumentos da defesa e os documentos médicos precisam de análise mais aprofundada.
TJMG nega liminar e mantém presa suspeita de esfaquear faxineira em Cambuquira, MG
Claudemir Camilo / EPTv
O relator pediu informações à autoridade apontada como coatora. Depois, o habeas corpus será encaminhado à Procuradoria-Geral de Justiça antes de nova análise.
Entenda o caso
Segundo o processo, Larissa teria atingido a faxineira com três golpes de faca no tórax, no abdômen e na perna, em uma casa no Centro de Cambuquira, no último sábado (17).
A vítima relatou que foi atacada por trás enquanto trabalhava. Ela chegou a ser internada em estado grave, mas recebeu alta na segunda-feira (19).
Larissa foi localizada com uma faca e sacolas com manchas semelhantes a sangue. Na delegacia, confirmou que usou a arma, mas disse que agiu em defesa própria e não queria matar a vítima.
Faxineira é hospitalizada após ser esfaqueada; mulher acaba presa em Cambuquira
O caso é investigado como tentativa de homicídio qualificado por motivo fútil e mediante recurso que teria dificultado a defesa da vítima.
A defesa de Larissa disse que os fatos não ocorreram da forma como foi divulgado e que ainda não teve acesso aos exames de corpo de delito e boletins de atendimento médico dos envolvidos. Disse ainda que o direito ao contraditório será oportunamente exercido nos autos.
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Publicado originalmente em G1 — MG · Sul de Minas. Ler no site da fonte →
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